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Utentes de Santiago do Cacém exigem melhores cuidados de saúde para o concelho

Por a 24 de Maio, 2021

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do concelho de Santiago do Cacém realizou na sexta-feira uma Tribuna Pública a exigir melhores cuidados de saúde para o concelho e também para a região do Litoral Alentejano.
De acordo com a comissão, em comunicado, durante a iniciativa, “utentes, autarcas e profissionais de saúde, intervieram no sentido de exigir ao Ministério da Saúde e ao Governo” a construção urgente do Centro de Saúde de Santiago do Cacém, a reparação da extensão de saúde de Vila Nova de Santo André e a reabertura das extensões de saúde de Deixa-o-Resto, São Bartolomeu da Serra e São Francisco da Serra.
A recolha de amostras para análises clínicas  no Centro de Saúde de Santiago do Cacém, a contratação de Profissionais de Saúde (Médicos, Enfermeiros, Auxiliares, Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, entre outros), a colocação de Médico Pediatra no Serviço de Urgência Pediátrica do Hospital do Litoral Alentejano (HLA), 24 horas e cumprimento integral dos tempos máximos de resposta garantidos nas consultas e cirurgias no HLA, são outras das reivindicações.
Na resolução aprovada por unanimidade e aclamação, os representantes dos utentes, concentrados no dia 21 de Maio no Jardim Municipal, em Santiago do Cacém, acusam o Governo, Ministério da Saúde e o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), por assumirem “uma ação de propaganda sem se objetivarem alterações concretas”.
“Não é admissível que os utentes mantenham sérias limitações no acesso a cuidados de saúde, mantendo-se
igualmente a degradação das instalações dos serviços de saúde”, refere a comissão de utentes, acrescentando que “o financiamento da ULSLA é dos mais baixos do país” dando origem a “grandes dificuldades na prestação de cuidados de saúde” na região.
Para a comissão, “é intolerável existirem utentes à espera de consultas ou cirurgias no HLA há cerca de 400 dias” e
“inaceitável que sejam as empresas de trabalho temporário a assegurar o serviço de urgência do Hospital
do Litoral Alentejano”.
“É intolerável que o Serviço de Urgência Pediátrica do HLA seja assegurada por Médicos não Pediatras” e “não é
tolerável que os Médicos de Família sejam substituídos por Médicos sem formação específica”, sublinham.
A resolução vai ser enviada ao Governo e à Assembleia da República.

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