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ULSLA recebe exposição ‘Desenhos da Minha Dor’ e sensibiliza para a dor em pediatria

Por a 17 de Maio, 2019

A Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) recebe até ao próximo dia 31 de maio, a exposição ‘Desenhos da Minha Dor’, para alertar para “uma área tão sensível” como é a dor em pediatria, divulgou hoje a unidade de saúde.

Patente na entrada principal do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, a exposição promovida pela Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), tem como objetivo “desenvolver no Litoral Alentejano um atendimento diferenciado às crianças e famílias da sua população” ao mesmo tempo que alerta para “uma área tão sensível e tão pouco conhecida como é a Dor na Criança”.

A exposição itinerante, inaugurada em outubro de 2017, tem percorrido os hospitais do país e chega agora ao litoral alentejano depois de uma passagem por unidades hospitalares do norte e centro de Portugal.

“Esta exposição intitulada “Desenhos da Minha Dor” nasceu a partir da ideia inicial de expor os desenhos do concurso “Vou Desenhar a minha Dor”, promovido anualmente pela APED desde 2005″, adiantou a ULSLA em nota de imprensa.

O concurso, que pretende “distinguir trabalhos (desenhos) feitos por crianças hospitalizadas, que revelem as suas perspetivas pessoais da dor e sensibilizar para a importância de valorizar as queixas dos mais pequenos e de os tratar adequadamente, destina-se a todas as crianças com idade igual ou inferior a 12 anos que se encontrem hospitalizadas em unidades de saúde nacionais ou que estejam submetidas a tratamentos em hospitais de dia”, explica Clara Abadesso, coordenadora do Grupo de Dor Pediátrica da APED.

A partir da ideia inicial de expor os desenhos do concurso, associou-se um componente educativo/informativo na exposição, para público em geral e profissionais de saúde, pretendendo-se chamar a atenção para a temática.

A exposição, adiantam os promotores, “pretende ser educativa sobre o que é a dor e também chamar a atenção do quanto se pode fazer para melhorar a abordagem da dor na criança e que ainda não é feito de forma sistemática”, além de ensinar os pais e cuidadores “do que é possível fazer pela dor nas crianças e como podem ajudar e colaborar”.

“Pretende ainda chamar a atenção dos órgãos de direção da necessidade do compromisso institucional que deve existir, para que na prática existam condições para uma correta e completa abordagem da dor na criança e adolescente”, acrescentam.

A exposição é composta por 21 painéis e faz uma “viagem” pela dor e abordagem da dor na criança e adolescente”.

 


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