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Santiago do Cacém assina protocolo e ganha Loja do Cidadão – autarca (c/áudio)

Por a 19 de Novembro, 2021

O concelho de Santiago do Cacém vai contar, a partir de 2023, com uma Loja do Cidadão, que ficará instalada no antigo edifício do BNU, em Santiago do Cacém, num investimento de cerca de 900 mil euros, foi hoje revelado.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, o processo para a construção de uma nova Loja do Cidadão arranca no próximo dia 02 de dezembro com a assinatura de um protocolo com o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto.

“Vamos assinar este protocolo e pensamos, eventualmente, lançar o concurso público no primeiro trimestre de 2022 para que a Loja possa entrar em funcionamento em meados de 2023”, avançou o autarca.

O município pretende também “apresentar uma candidatura a financiamento” comunitário, no âmbito do PRR, para que “a Loja do Cidadão” seja uma realidade “em meados de 2023”.

O futuro espaço vai reunir os serviços de “Finanças e Segurança Social, um Espaço do Cidadão que contempla um conjunto de respostas da Administração Central”, explicou o autarca, acrescentando que também os serviços da delegação de Santiago do Cacém da Direção Regional de Agricultura poderão ser transferidos para aquele local.

“Também a Câmara terá uma área exclusiva para os serviços internos”, revelou.

Para Álvaro Beijinha, trata-se de “mais uma resposta de serviço público às populações” num “espaço moderno” que estará a funcionar num horário mais alargado e que “não servirá apenas o município” de Santiago do Cacém, mas “toda a região”.

Questionado pela rádio M24 sobre a localização do espaço, uma vez que chegou a ser reivindicado para Vila Nova de Santo André, o autarca explicou que o local previsto “não era suficiente” para receber os serviços que vão ser transferidos.

“A Câmara tinha um espaço em Vila Nova de Santo André, mas chegamos à conclusão que não era suficiente. Para termos uma ideia, as Lojas do Cidadão incorporam os próprios serviços na totalidade e por isso o espaço tem de ser grande”, sublinhou.

Segundo o autarca, as Finanças e a Segurança Social “vão fechar” as instalações e “passar na íntegra” para a futura Loja do Cidadão, assim como os restantes serviços.

“Naturalmente que Santiago do Cacém é mais central, é a sede do concelho, e o objetivo é servir as populações no interior do concelho e até dos municípios vizinhos. Por outro lado em Santo André não temos nenhum edifício que conseguíssemos adaptar para Loja do Cidadão, tendo em conta a necessidade de espaço”, reforçou.

No antigo edifício do BNU, “que está a ser utilizado apenas para parte do Arquivo”, vai nascer a futura Loja do Cidadão.


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