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Rota Vicentina apela à co-responsabilização dos seus visitantes

Por a 11 de Agosto, 2020

A associação Rota Vicentina alertou para a crescente tendência do campismo e caravanismo selvagem nas falésias e praias da costa alentejana apelando a uma conduta consciente por parte dos visitantes.

Em comunicado, a associação lembra que a sustentabilidade é “a grande motivação do trabalho” realizado por agentes e habitantes locais e defende “uma conduta consciente de todos os visitantes, com destaque para a prática do campismo e caravanismo, que deve acontecer exclusivamente nos parques de campismo da região”.

“É com forte preocupação que os habitantes locais constatam uma crescente tendência do campismo e caravanismo selvagem nas falésias e praias da região, parqueamento abusivo em parques de estacionamento urbanos e das próprias praias, terrenos privados e áreas onde a sua circulação é inclusive proibida, com as respetivas consequências ao nível de impactos paisagísticos, ambientais e sociais”, lê-se no comunicado.

A associação, que manifesta “profunda satisfação” por “tão grande interesse e adesão aos trilhos por parte dos portugueses e de alguns turistas estrangeiros, numa altura em que Portugal enfrenta sérios constrangimentos, realça que “passou a ser frequente encontrar lixo do dejetos humanos ao longo da costa” tendo este fenómeno “ultrapassado há muito a real capacidade de carga da região”.

“Tratando-se de um Parque Natural, a Rota Vicentina defende uma conduta responsável e contida no enquadramento legal que proíbe o campismo e caravanismo selvagem, mas sobretudo uma maior co-responsabilização de todos os amantes desta costa tão selvagem, para que assim possa permanecer por muitos anos”, sublinhou.

A Rota Vicentina é uma associação sem fins lucrativos, responsável pela gestão do projeto Rota Vicentina, apoiada por uma rede de 200 empresas de diferentes setores assim como operadores turísticos internacionais, comprometidos com uma oferta de alta qualidade e a sustentabilidade da região.


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