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Rali: Transmissão acaba com boa exibição de Marco Ferreira no Termas MotorFest

Por a 17 de Fevereiro, 2022

“Rápidos desde o arranque do Rali Termal – S. Pedro do Sul, incluído no Termas Motorfest, Marco Ferreira e
Edgar Gonçalves foram forçados a abandonar na 4.ª PEC, com uma transmissão partida no
Citroen Saxo.
Foi um fim-de-semana diferente com a equipa do Citroen Saxo a usufrur “de um fantástico evento
onde houve diversas atividades além do rali. Um conceito virado para a família, para a
gastronomia, para a moda e para o relax, e que nos deixou com vontade de voltar”.
E nem a malapata que parece não querer deixar o piloto de Santiago do Cacém lhe retira essa vontade.
Mas, ainda não foi desta feita que a equipa do Citroen Saxo conseguiu competir num rali sem que os
problemas lhes batam à porta.
Vamos ao filme da sua participação em São Pedro do Sul.
O rali arrancou na tarde e a dupla passagem na Street Stage nas ruas das Termas de São Pedro do Sul
foi feita “com um ritmo prudente. Éramos o nº 32 e não quisemos cometer erros. Na primeira
passagem registámos um 12.º tempo à geral e na 2.ª conseguimos melhorar 6 segundos e com isso
assinar a 10.ª melhor marca, 2.ª da nossa classe”.
A jornada final de domingo contemplava 5 troços com cerca de 54 kms cronometrados e a possibilidade
de chuva sempre presente ao longo da jornada.
Partindo no 12º posto absoluto, Marco Ferreira e Edgar Gonçalves decidiram “andar forte, até porque
percebemos que o Citroen Saxo estava impecável e que as notas ditadas pelo Edgar também
permitiam-me estar confiante”, destaca o piloto que viu ser inscrito na sua carta de controlo o 13.º
tempo absoluto e o 2.º da classe na PEC 2.
Na especial seguinte, a mais longa do rali, a dupla rodou forte, mas sem exageros, e voltou a registar o
13º tempo absoluto, saltando para a 11ª posição na geral, batendo assim à porta do Top 10.
Mas, o azar estava prestes a bater à porta. Na 4ª PEC, segunda passagem pelo troço que tinha aberto a
jornada dominical, e, quando, como nos diz Marco Ferreira, aumentaram “o ritmo fruto do
conhecimento que obtivemos da primeira passagem e estava tudo a correr bem, apesar de
começar a chover e estarmos com pneus de seco, numa travagem forte para uma esquerda, a
cerca de 300 metros da chegada, ouvimos um ruído na redução de 4.ª para 3.ª e percebemos que
não tínhamos qualquer tração. Encostámos na berma e verificámos que a transmissão tinha
cedido”, nada mais restando à dupla do Saxo do que abandonar a prova.
Fim inglório e que deixa “um sabor amargo. Estávamos a divertir-nos bastante e a andar bem. Em
todo o caso, também percebemos que íamos ter bastantes dificuldades nos restantes troços, pois a
chuva aumentou de intensidade e nós não tínhamos pneus para fazer face a essas condições”.
Marco Ferreira concluiu endereçando “os parabéns à organização pelo evento e pela escolha dos
troços. Eram muito giros, com bom piso na generalidade, zonas rápidas e fluídas e outras muito
estreitas e escorregadias, portanto, com todos os condimentos para um excelente rali. O público
também abrilhantou a corrida, principalmente na Street Stage o que é sempre de aplaudir”,
agradecendo ainda “ao Luís Martins pelo convite, e ao Carlos Cardoso e ao Fernando Costa pela
assistência ao Citroën Saxo. Uma palavra para os nossos patrocinadores, que permitem que
possamos montar mais um projeto de ralis e um agradecimento especial à minha esposa e filhos
que fizeram imensos quilómetros para dar força e aplaudir as nossas passagens!”.


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