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‘Baby Shark’ é um fenómeno mas ninguém está a receber dinheiro pela música

Canção infantil tornou-se viral na Internet

‘Baby Shark’: é este o nome de um dos grandes fenómenos da Internet. Esta canção infantil tornou-se viral nas redes sociais, tendo já amealhado mais de 2 mil milhões de visualizações no YouTube, outras tantas escutas nas plataformas de streaming e chegado ao 32º lugar da tabela da Billboard, para além de ter sido partilhada por artistas como Cardi B, o que só aumentou a sua visibilidade.

No entanto, apesar de todos estes números – mais que invejáveis para qualquer artista que se preze -, a canção não fez do seu compositor milionário. Isto porque, até hoje, ninguém conseguiu reclamar para si os direitos autorais do tema.

‘Baby Shark’ começou a criar algum burburinho em 2015, quando a banda educacional sul-coreana Pinkfong a partilhou, fazendo o mesmo em 2016 com uma nova remistura. Desde então, já foi alvo de mais de 100 versões, em 11 línguas diferentes.

Segundo a empresa que gere os Pinkfong, a melodia de ‘Baby Shark’ remonta há décadas, tendo tido a sua génese num velho cântico. Mas há várias partes a tentar reclamar para si a autoria da canção, tendo inclusivamente já chegado a tribunal.

Alexandra Müller, que em 2007 compôs ‘Kleiner Hai’, uma versão em alemão e em formato de música de dança desta melodia, afirmou à revista Vulture que já a canta “há 20 anos”. “É uma canção infantil muito popular na Alemanha. Nunca soubemos como surgiu. Fomos pesquisar sobre os direitos de autor, e pertenciam ao domínio público”, afirmou.


Opinião do Leitor

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