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Município de Santiago do Cacém assina protocolo para intervenção na infância

Por a 29 de Outubro, 2019

A Câmara de Santiago do Cacém firmou um protocolo com a subcomissão de Coordenação Regional do Alentejo para o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância, para definir as condições de colaboração entre as duas entidades, divulgou hoje o município.

No âmbito do protocolo, a subcomissão regional compromete-se a “monitorizar a resposta dada pela Equipa Local de Intervenção (ELI) de Santiago do Cacém às necessidades de uma população dos zero aos 6 anos e respetivas famílias, com condições estabelecidas de deficiência ou em situação de adquirir numa linha de prevenção primária, secundária e terciária”.

A entidade regional é responsável pela “recolha, atualização da informação disponível e levantamento de dados do território abrangido pela ELI de Santiago do Cacém”, acrescenta a autarquia.

Neste âmbito, o município de Santiago do Cacém, coloca ao dispor da ELI “os equipamentos municipais, como as Piscinas e as Bibliotecas, para aí desenvolverem as suas atividades e projetos”.

“São meios públicos a reverter para os cidadãos. Colabora, também, ao nível do apoio logístico (fotocópias, panfletos, cartazes) e na divulgação das iniciativas, mediante prévia programação”, referiu Margarida Santos, vereadora com o pelouro da saúde na Câmara Municipal de Santiago do Cacém.

Cabe também à subcomissão promover de uma forma articulada com a ELI de Santiago do Cacém ações que visem a sensibilização da comunidade local no âmbito do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI).

“Em Santiago do Cacém, a autarquia tem prestado um contributo muito valioso, num concelho onde verificamos que há crianças e famílias com problemáticas complexas em apoio e com um número significativo de casos de isolamento geográfico”, sublinhou Maria Cristina Miranda, coordenadora da subcomissão de Coordenação Regional do Alentejo para o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância.

O trabalho desenvolvido em Santiago do Cacém, onde “existem crianças que precisam de ser cuidadas”, com “respostas fazendo com que as situações sejam menos graves”, foi igualmente destacado pela autarca.

“A intervenção feita junto de crianças em idade pré-escolar que viviam isoladas em montes  que passaram a ir à escola, a estar junto de outros meninos, de educadoras e de auxiliares, contribuiu para que a vida delas pudesse ser diferente, pelo menos em termos de socialização”, acrescentou.

As Equipas de Intervenção Precoce foram criadas em 2002.


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