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Mala Voadora traz a Santiago do Cacém programa de atividades culturais

Por a 26 de Outubro, 2021

Um programa de atividades culturais, com iniciativas destinadas às escolas e à população sénior, vai ser dinamizado pela companhia de teatro Mala Voadora, durante dois anos, no concelho de Santiago do Cacém.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara de Santiago do Cacém e de vários parceiros locais, nacionais e estrangeiros, incluindo a rádio M24.

O projeto, que é financiado pelo fundo internacional EEA Grants, irá articular-se com o Centro de Residências Artísticas que a companhia está a desenvolver na Barragem de Campilhas, com a intenção de criar momentos de teatro radiofónico, espetáculos, formação e residências artísticas, destinadas ao público em geral, bem como à população escolar e sénior.

A programação, que arrancou com a iniciativa “RADIOATIVIDADE” dirigida às escolas e aos centros de dia do concelho, inclui a transmissão mensal de peças originais de teatro radiofónico e aulas extracurriculares semanais, relacionadas com as peças de teatro transmitidas ao longo do ano letivo, o espetáculo “Antiprincesas – Carolina Beatriz Ângelo”, de Cláudia Gaiolas, e um espetáculo anual criado a partir da escolha dos alunos.

O programa “TEMPO DE ANTENA”, que estreia esta semana, propõe atividades destinadas à população sénior de Santiago do Cacém, com a transmissão semanal na rádio M24, ao longo de um ano, do folhetim radiofónico “Rádio Confidencial”. Serão desenvolvidas atividades semanais com os utentes dos Centros de Dia relacionadas com o folhetim e matinés dançantes.

O folhetim radiofónico “Rádio Confidencial”, escrito por Alex Cassal para a Mala Voadora, é transmitido todas as quartas-feiras, às 14:30, na rádio M24 (FM 102.7).

No dia 05 de novembro, às 21:30, no Auditório Municipal António Chainho, será apresentada a peça “Festival”, o primeiro de vários espetáculos propostos.

“Com texto e direção de Jorge Andrade, “Festival” é um espetáculo de ficção científica. A ação tem lugar num escritório. Neste escritório, encontram-se quatro pessoas a trabalhar. Dedicam-se à tarefa de imaginar o que poderá ser a vida depois da morte, e o seu profissionalismo passa pela sua capacidade especulativa (ideias como o Céu ou a reencarnação parecerão trabalho de inexperientes). Dedicam o seu tempo ao ainda-não-imaginado”, explica a companhia.

A Mala Voadora, fundada por Jorge Andrade e José Capela, os seus diretores artísticos, apresentou o seu primeiro espetáculo em 2003. Com sede na Rua do Almada, no Porto, é uma estrutura artística financiada pela Direção-Geral das Artes, associada d’O Espaço do Tempo, que conta com o apoio da Fundação “la Caixa” e do BPI.

Além de Portugal e da Alemanha, tem levado espetáculos a palcos da Bélgica, Bósnia Herzegovina, Brasil, Cabo Verde, Escócia, Eslovénia, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Inglaterra, Itália, Líbano, Luxemburgo, Polónia e República Checa.

“Windows”, levada à Quadrienal de Praga 2019, “inFausto”, concebida para o Centro Cultural de Belém, em 2018, e retomada este ano, em novas representações que passaram pelo Escher Theater, no Luxemburgo, “Mappa Mundi”, apresentada no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), no passado mês de maio, e “Off”, um espetáculo de ficção científica, que em junho foi ao Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e ao Teatro Municipal de Portimão, são algumas das mais recentes produções da companhia.


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