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Junta de Freguesia exige beneficiação da extensão de saúde de Santo André

Por a 18 de Dezembro, 2019

A junta de freguesia de Santo André reivindicou junto do ministério da Saúde a beneficiação da extensão de Saúde de Vila Nova de Santo André, a repavimentação urgente do estacionamento e a reabertura do posto médico de Deixa-o-Resto.

De acordo com o presidente da junta de freguesia, David Gorgulho, são vários os problemas relacionados com “a degradação do edifício” e ao nível “da modernização dos serviços”.

“Obviamente que isto resulta em maior conforto para os profissionais de saúde e para os utentes mas é importante que se “agarre” naquele edifício e que se façam intervenções sob pena de, com o passar do tempo, a obra ficar mais cara e sair do bolso do erário público”, realçou.

Além de destacar “as amplas necessidades de beneficiação da extensão de saúde” e exigir “a criação de condições dignas para utentes e profissionais de saúde”, o autarca, lembra que esta intervenção, há muito reivindicada, já “foi mapeada como prioridade” no Programa Operacional Regional (POR) Alentejo para 2017/18.

“Esta questão adquire outros contornos a partir do momento em que o próprio ministério da Saúde e o Governo mapearam como prioridade, no POR Alentejo 2017/18, a beneficiação da extensão de saúde de Vila Nova de Santo André. A verdade é que estamos a entrar em 2020 e, até à data, não é conhecido qualquer desenvolvimento prático da vontade do Governo em executar esta obra”, critica.

O estado de conservação “lastimável” do estacionamento, que permite o acesso àquela extensão de saúde, é outra das preocupações da junta de freguesia de Santo André que alerta para “um piso em muito mau estado”.

“É um espaço relativamente curto em termos de pavimentação que não envolve grandes gastos para o Governo mas que na verdade já apresenta grandes deficiências, não só pela utilização como pelas condições meteorológicas, ao longo dos anos, que vão degradando o pavimento que apresenta vários perigos”, adianta.

Na missiva, o autarca, exige ainda a reabertura do posto médico de Deixa-o-Resto, encerrado há mais de oito anos, obrigando a população a deslocar-se vários quilómetros até ao Hospital do Litoral Alentejano (HLA), em Santiago do Cacém, para uma consulta.

A situação, adianta David Gorgulho, é agravada pela “rede deficitária de transportes públicos” da zona rural da freguesia de Santo André para aquela unidade hospitalar.

“O posto médico de Deixa-o-Resto faz muita falta à população que não consegue encontrar essa facilidade de transporte e fazer a ligação até ao hospital e por isso essa solução de proximidade e conforto era muito importante que voltasse a existir para melhorar e não para piorar”, adverte.

A junta de freguesia de Santo André reivindica também mais e melhores condições ao nível da prestação de cuidados no Hospital do Litoral Alentejano exigindo “a criação de condições para a existência de um médico pediatra de apoio ao Serviço de Atendimento à Criança Doente 24h/365 dias e a admissão imediata de enfermeiros, médicos, assistentes operacionais e assistentes técnicos”.

“O restabelecimento da totalidade de vagas dos vários serviços do HLA, a criação de condições para o cumprimento dos tempos máximos de resposta nas consultas, cirurgias e exames complementares de diagnóstico das várias especialidades, como cardiologia, gastroenterologia, urologia”, são outras das questões que constam no documento, enviado esta semana ao ministério da Saúde.


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