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Governo vai investir “perto de 20 milhões de euros” no novo Centro de Emprego e Formação Profissional do Litoral Alentejano

Escrito por em 9 de Dezembro, 2021

O secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita, disse hoje que o Governo prevê investir “perto de 20 milhões de euros” na construção do novo Centro de Emprego e Formação Profissional do Litoral Alentejano, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

No âmbito do PRR, “há um investimento de 230 milhões de euros” em “toda a infraestrutura de formação profissional ao longo do país”, sublinhou o governante.

“Isto vai permitir investir em toda a rede de centros de formação profissional incluindo a construção de novos centros e requalificação dos existentes, em particular, para os equipar nas áreas do digital, nas áreas da transição energética e ambiental e nas áreas industriais”, salientou.

Miguel Cabrita falava aos jornalistas à margem da inauguração das novas instalações do Balcão de Atendimento Permanente ao Emprego, do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), em Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém (Setúbal).

Deste montante, indicou, “perto de 20 milhões” de euros serão investidos na construção do novo  Centro de Emprego e Formação Profissional do Litoral Alentejano, situado no antigo campus universitário do Instituto Piaget, em Vila Nova de Santo André, inserido no projeto do novo Centro de Emprego e Formação Profissional do Litoral Alentejano.

O projeto, num espaço com cerca de 64 mil metros quadrados, inclui a reabilitação, em curso, do edifício principal do antigo polo universitário, mas também a construção de mais três edifícios, concentrando várias ofertas formativas.

Este “é um dos cinco novos centros que vão existir” em todo o país, para dar “melhor cobertura territorial em regiões onde se identificava que havia ainda um défice” na resposta do IEFP e “é também um dos investimentos que está mais avançado”, avançou.

“Houve aqui uma oportunidade, a partir da estrutura do antigo polo universitário que foi desocupada, para iniciar desde já o investimento e fazer esta grande expansão que está prevista ao longo dos próximos cinco anos”, sublinhou.

De acordo com o governante, estes centros vão também “permitir ter uma estrutura de formação modernizada, plenamente equipada na área digital, na área da energia e ambiente, nas áreas industriais”.

Permite ainda “responder a áreas como o turismo que têm uma grande preponderância na região” do litoral alentejano, observou.

“Isto vai multiplicar a nossa capacidade formativa na região porque até agora estávamos dependentes de pequenas estruturas de formação, nalguns concelhos até de espaços alugados e arrendados, e servir todos os municípios” da região.

Para o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, este “é um fator de desenvolvimento económico e social” numa região “carente de formação profissional”.

“Fruto daquilo que são os vários projetos que se perspetivam para os próximos tempos, seja na área industrial, na logística ou no turismo, que obrigarão a muita necessidade de formação, e tendo em conta que a região não tem um centro agregador das várias áreas, este projeto é um fator de desenvolvimento económico e social”, sublinhou.

Para o presidente da Junta de Freguesia de Santo André, David Gorgulho, este “é um investimento significativo” numa “infraestrutura que não existira” e que dará “uma resposta ao todo o litoral alentejano”.

“Estamos a falar de cerca de 400 a 500 pessoas a circular diariamente em Santo André a poder usufruir da nossa restauração e dos nossos serviços e estamos a falar de uma infraestruturas que vai mudar o dia-a-dia de santo André. Quando se fala de desenvolvimento económico e de desenvolvimento das cidades e dos concelhos é precisamente deste tipo de investimento que falamos”, destacou.

De acordo com o secretário de Estado, Miguel Cabrita, além de investimentos em “centros diretos” do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o Governo prevê também alocar verbas para a formalização de “centros protocolares” em parceria “com associações empresariais” em várias regiões do país.

 


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