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GNR detém oito pessoas por falsificação de documentos e burla

Por a 24 de Outubro, 2019

A GNR deteve, na terça-feira, oito pessoas que se dedicavam à falsificação de documentos, burlas e outros crimes, em cinco distritos do país, num esquema que servia para a obtenção de créditos, furtos e roubos. A investigação esteve a cargo do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Grândola.

Os detidos na operação, seis homens e duas mulheres, entre os 22 e os 69 anos, alguns com antecedentes criminais por homicídio com arma de fogo, pertenciam a uma rede, que se dedicava à prática reiterada de falsificação de documentos, burlas e roubos nos distritos de Aveiro, Santarém, Lisboa, Setúbal e Portalegre.

Segundo a GNR, em comunicado, as detenções ocorreram, na terça-feira, no seguimento de uma investigação que decorria há cerca de dois anos, levada a cabo pelo NIC de Grândola.

O grupo, indicou a guarda, “burlava particulares para obtenção de viaturas, entidades bancárias para a obtenção de créditos e praticava vários furtos e roubos” nestes cinco distritos.

“Falsificavam diversos documentos, como comprovativos de transações bancárias, recibos de vencimento, documentos de serviços de finanças e cheques bancários com a intenção de ‘adquirir’ veículos a particulares ou ‘adquirir’ créditos bancários”, revelou.

O esquema resultava, por diversas vezes, “em furtos ou roubos, nos casos em que as vitimas ofereciam resistência”, refere o Comando Territorial de Setúbal da GNR.

Durante as diligências, foram efetuadas várias buscas domiciliárias, em garagem e em veículos, tendo sido apreendida documentação falsa e carimbos, cinco computadores e diverso material informático e de impressão, 2.880 euros em numerário, três veículos, 12 telemóveis, uma espingarda caçadeira, uma pressão de ar e vários artigos em ouro.

Ainda segundo a GNR, os arguidos, alguns com antecedentes criminais por homicídio com arma de fogo, roubos com arma de fogo, burla qualificada, falsificação de documentos, furto qualificado e viciação de veículos, foram presentes ao Tribunal Judicial de Setúbal, em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de eventuais medidas de coação.

Na operação policial estiveram envolvidos um total de 150 efetivos dos NIC dos Comandos territoriais de Setúbal e Portalegre, do grupo de intervenção de Operações Especiais da Unidade de Intervenção da GNR, dos destacamentos de intervenção dos Comandos Territoriais de Setúbal, Santarém e Portalegre e ainda da Policia de Segurança Pública.

 


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