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Extinto incêndio junto a fábrica de produção de pellets em Cercal do Alentejo

Por a 7 de Maio, 2020

O incêndio que deflagrou ontem, cerca das 19:30, no complexo de uma fábrica de pellets, na Zona Industrial de Cercal do Alentejo, foi dado como extinto às 07:00 desta quinta-feira , informou fonte dos bombeiros.

Em declarações à rádio M24 o comandante dos bombeiros voluntários de Cercal do Alentejo, Vítor Tomaz, adiantou que as chamas atingiram a zona onde são armazenados “os resíduos” da matéria prima.

“O foco de incêndio deflagrou por baixo de cabos de media tensão e junto a pilhas de madeira, com alguma quantidade de tonelagem, o que representava um risco elevado porque se tratava de material combustível, madeira seca e resíduos da madeira. Como não havia muito vento facilitou o combate”, revelou Vítor Tomaz.

Durante o combate ao incêndio, os bombeiros conseguiram evitar a propagação das chamas à zona de pasto junto à fábrica, tendo o fogo sido extinto às 7:00 da manhã desta quinta-feira.

“São trabalhos muito demorados que requerem algum tempo porque estamos a falar da remoção de uma grande carga térmica e da sua consolidação, com a ajuda das máquinas, para ficarmos com a certeza que o incêndio estava completamente extinto. Agora os trabalhadores da fábrica ficaram no local atentos à situação, caso haja reacendimentos”, acrescentou.

Questionado sobre as causas do incêndio, o comandante do bombeiros voluntários de Cercal do Alentejo, refere que “esta não é a primeira vez” que são chamados a intervir a este tipo de cenário naquela fábrica, que tem origem “na fermentação da madeira, através do meio ambiente, provoca a combustão” da matéria prima.

As instalações da fábrica não foi atingida pelas chamas que obrigaram a “uma paragem obrigatória durante 3 ou quatro horas” tendo voltado a laborar “sem qualquer prejuízo”.

“Tivemos de pedir à EDP para cortar a energia para que os bombeiros não corressem riscos. Estamos a falar de pilhas de madeira com uma altura de 10 a 12 metros, muito próximo dos cabos de média tensão”, explicou.

No local estiveram Bombeiros do Cercal do Alentejo, Santo André, Santiago do Cacém, Sines e Vila Nova de Milfontes, com  26 homens apoiados por 12 viaturas, e GNR.

 

 


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