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Escola Básica n.º 2 de Vila Nova de Santo André reabriu após requalificação

Por a 10 de Janeiro, 2022

A Escola Básica n.º 2 de Vila Nova de Santo André recebeu, esta segunda-feira, os mais de duzentos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, para o início de mais um período letivo e após as obras de requalificação de que foi alvo, num investimento de 823 mil euros.

O regresso às aulas presenciais para os alunos deste estabelecimento de ensino foi especial, com novas salas, equipamentos, mobiliário novo e climatização que vai permitir “melhorar a qualidade do ensino”, destacou à rádio M24 a representante do agrupamento de escolas de Santo André, Otília Gonçalves.

“Temos seis salas de 1.º ciclo, uma sala TIC, que esta escola não tinha. No pré-escolas temos uma sala de AAAF [Atividades de Animação e de Apoio à Família na Educação Pré-Escolar] que também não existia, que era complicado para o funcionamento, tanto para receber os miúdos, como na saída, não havia um espaço adequado. As salas têm mobiliário novo e estão muito bem arranjadas para que o ensino seja de qualidade”, explicou.

A escola, que tem “50 vagas” para o pré-escolar e capacidade para “seis turmas” do 1.º ciclo passa agora a funcionar com uma sala de AAAF “para quando acaba a componente letiva” e uma sala de informática “que não existia e que hoje em dia é essencial numa escola”, frisou a responsável.

Também a Associação de Pais e Encarregados de Educação mostrou satisfação pela requalificação da escola, destacando as melhorias implementadas ao nível dos espaços escolares, das casas de banho e do exterior.

“Estamos satisfeitos, ficamos com um espaço diferente, mais aproveitado, com bastante luz e, ao nível do espaço na pré ficou muito bom, a requalificação das casas de banho e do exterior, está tudo muito bom”, afirmou Ana Matias, porta-voz da associação.

Segundo a câmara municipal, a empreitada teve um custo total elegível de 823.977,00 euros, tendo mais de 700 mil euros sido suportados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito de uma candidatura ao programa operacional Alentejo 2020/Portugal 2020.

Para o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, a requalificação desta escola representa “o fecho de um ciclo de vários investimentos” realizados no Parque Escolar em Vila Nova de Santo André.

Tratou-se de “um investimento total de mais de três milhões de euros em três escolas, da responsabilidade do município, cujo objetivo é dar melhores condições aos alunos, professores e funcionários que aqui trabalham”, referiu.

De acordo com o autarca, a “intervenção de fundo”, que não estava prevista no projeto inicial,  permitiu “requalificar” este estabelecimento de ensino que fica agora com “climatização em todas as salas, casas de banho novas, o espaço exterior completamente requalificado, assim como o campo de jogos”.

“Ao longo destes últimos seis anos foram investidos mais de cinco milhões de euros em infraestruturas escolares por todo o concelho, não apenas nas escolas urbanas, como nas escolas rurais que têm sido alvo de intervenções para dar melhores condições” à comunidade escolar.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Santo André, David Gorgulho, enalteceu a qualidade da intervenção e não escondeu a sua satisfação pela conclusão de uma obra que “vem rematar o conjunto de intervenções que começou a ser feito já há alguns anos” e que “começou pela escola nr.º 03, estendeu-se à escola nr.º 04 e teve várias melhorias na EB de Deixa-o Resto”.

“E depois, esta meia surpresa que é encontrar a EB nr.º 02 com uma intervenção de tanta qualidade, com tantos pormenores de relevo, que consegue um acréscimo de qualidade em relação às outras duas escolas, atendendo à evolução tecnológica e a satisfação é geral entre alunos, professores, educadores e auxiliares”, sublinhou.

No seu entender, esta intervenção “correu muito bem” e permitiu “resolver o problema que faltava no âmbito do Parque Escolar de Vila Nova de Santo André”.

“Penso que estão reunidas todas as condições para que a aprendizagem e o conforto dos alunos e da comunidade escolar seja uma realidade”, concluiu.

 


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