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Eleições: Francisco Lopes (CDU) coloca trabalho e questões laborais no topo da agenda política

Por a 23 de Setembro, 2019

O cabeça de lista da CDU pelo círculo eleitoral de Setúbal, Francisco Lopes, esteve durante três dias no litoral alentejano com as questões laborais e do trabalho no topo da sua agenda política para as eleições legislativas marcadas para 6 de outubro.

O candidato comunista, que contactou com trabalhadores da PSA e da Petrogal, em Sines, voltou a defender o aumento geral dos salários, a valorização das profissões e das carreiras, o aumento do salário médio e a fixação do salário mínimo nacional nos 850 euros, para garantir o apoio da CDU no combate à precariedade.

“Mantemos o apoio ao nosso combate contra a precariedade para que um posto de trabalho permanente corresponda a um contrato de trabalho efetivo, apoio à nossa proposta relativamente aos horários de trabalho, de proteção dos trabalhadores por turno e de laboração contínua, com o efetivo pagamento dos subsídios de turno e noturnos, idades da reforma, exames médicos e outros elementos de compensação que salvaguardam a saúde desses trabalhadores”, enunciou.

Às reivindicações, o candidato junta o apoio contra a desregulação dos horários, que apelida de “praga dos bancos de horas”, e “à redução do horário de trabalho para as 35 horas para todos os trabalhadores”.

Fazendo um balanço do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos de legislatura, Francisco Lopes, lembra algumas das conquistas alcançadas, como a redução do preço dos passes sociais e manuais escolares gratuitos.

“Apesar de ter sido chumbada na Assembleia da República, com os votos contra do PS, PSD e CDS e abstenção do BE, conseguimos a redução do preço dos passes sociais. Em relação aos manuais escolares gratuitos foi possível, ao fim de 4 anos, estendê-los a toda a toda a escolaridade obrigatória”, afirmou.

Em relação ao aumento dos salários para os 600 euros, o cabeça de lista, reconhece ter sido uma medida “tardia e insuficiente” e considera que a proposta de aumento geral dos salários e a fixação do salário mínimo nacional nos 850 euros “é necessário e urgente” e “estamos convencidos que é isso que vai acontecer”.

A poucos dias das eleições legislativas, o cabeça de lista da CDU pediu mais votos e mais deputados no círculo eleitoral de Setúbal para “evitar a maioria absoluta do Partido Socialista”.


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