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Câmara cede instalações provisórias no Mercado Municipal à Segurança Social

Por a 15 de Fevereiro, 2022

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém e o Instituto de Segurança Social assinaram hoje um protocolo de colaboração para a cedência de instalações no edifício do Mercado Municipal, garantindo assim “um serviço de atendimento mais próximo das populações”.

“Durante esta fase em que está perspetivada a nova Loja do Cidadão” para Santiago do Cacém, as duas entidades acordaram garantir “um serviço de atendimento mais próximo das populações”, explicou a diretora do Centro Distrital de Setúbal do Instituto de Segurança Social, Maria Luísa Malhó.

Com a colaboração da Câmara de Santiago do Cacém foi possível “deslocalizar um serviço que até ao momento estava a funcionar numas instalações cedidas pela Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém”, afirmou.

De acordo com a responsável, estas novas instalações são provisórias uma vez que a Segurança Social terá um serviço de atendimento na futura Loja do Cidadão de Santiago do Cacém.

Nos últimos três anos, o serviço “esteve a funcionar numas instalações provisórias e agora aqui no Mercado vamos ter mais uma situação provisória até passarmos para a Loja do Cidadão de Santiago do Cacém”, adiantou.

Nas atuais instalações, no edifício do Mercado Municipal, a Segurança Social vai manter “o serviço local de atendimento” dirigido a “toda a população que necessite de apoio e colaboração”, indicou a responsável.

Segundo o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, “as lojas do Mercado Municipal onde funcionou o Posto de Turismo e, mais recentemente, uma associação empresarial que deixou de ter atividade” podem “dar resposta a este pedido da Segurança Social”.

“A localização é central, ao contrário daquela que existia até agora, um pouco fora da cidade”, tendo já “crescido o número de atendimentos com algum significado” desde a semana passada, adiantou o autarca, considerando “o facto de estar numa localização mais central” e ser “mais acessível às pessoas”.

No entanto, “o objetivo é que as instalações da Segurança Social venham a funcionar na futura Loja do Cidadão”, recordou.

De acordo com o autarca, o processo “está na fase de apresentação da candidatura e se tudo correr bem creio que, num prazo máximo de dois anos, possamos ter a Loja do Cidadão” a funcionar.

 


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