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BE solidário com trabalhadores da Petrogal diz que é “urgente” acabar com caducidade da contratação coletiva

Por a 14 de Fevereiro, 2019

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, mostrou-se hoje solidária com a luta dos trabalhadores da refinaria de Sines da Petrogal e considerou ser urgente “acabar com a caducidade da contratação coletiva”.

A líder do BE, que esta manhã se juntou aos cerca de 200 trabalhadores da Galp e da empresa Martifer, concentrados junto à portaria principal da refinaria de Sines, criticou “o silêncio” em torno de uma greve que põe em causa a descida dos direitos dos trabalhadores.

“Trata-se de uma luta justa” que surge “no momento em que as maiores empresas do país, como a Galp, têm aumentado os dividendos que pagam aos seus acionistas ou aumentaram os salários dos seus administradores”.

Em declarações aos jornalistas, a coordenadora do BE acusou a Galp de “explorar os trabalhadores”, em greve há 43 dias consecutivos.

Referindo que a greve já provocou “perdas no valor de 20 milhões de euros”, Catarina Martins defendeu que se trata de valores “que já respondiam às reivindicações dos trabalhadores”.

Para a coordenadora do Bloco de Esquerda, “esta operação” tem de “ser contestada”, não só através da greve, como na Assembleia da República “com propostas de alteração da lei laboral”.

A concentração foi convocada pelo Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP) e pela Fiequimetal, no seguimento da greve “em defesa da contratação coletiva, pela manutenção dos direitos laborais e sociais e contra a repressão”.


Opinião do Leitor

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