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Águas Públicas do Alentejo quer encontrar solução para ETAR de Ermidas-Sado

Por a 6 de Fevereiro, 2020

O vice-presidente da empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA), João Silva Costa, diz que o problema do tratamento de águas residuais na freguesia de Ermidas-Sado tem de ser resolvido em conjunto com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Câmara Municipal de Santiago do Cacém.

 

De acordo com o responsável, em declarações à rádio M24, à margem da assinatura do lançamento da construção da futura Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Comporta, em Alcácer do Sal, trata-se de “uma zona complicada”.

“Aqui no litoral, Ermidas-Sado, é o problema que temos de agarrar porque é uma zona complicada, uma zona urbana já com mais de mil habitantes, e tem lá uma indústria complexa que tem uma descarga de um efluente que não é possível ser tratado numa ETAR convencional”, afirmou.

A ETAR de Ermidas-Sado apresenta há vários anos problemas estruturais e as descargas com dejetos, resíduos urbanos e industriais correm para uma ribeira e confluem para o rio Sado.

Segundo João Silva Santos, “mais de metade do efluente que chega à ETAR é um esgoto industrial e por isso estamos a fazer uma tentativa de articulação com a indústria e com a câmara para se encontrar uma solução conjunta porque nós sozinhos não podemos resolver o problema que já se arrasta há algum tempo”.

“Estamos neste momento com a APA e a Câmara Municipal de Santiago do Cacém a tentar encontrar uma solução conjunta para resolver esse problema”, disse.

O responsável da AgdA frisou que este é “o único caso por resolver” em toda a região do litoral alentejano” e disse que a AgdA está disponível “para resolver assim haja vontade por parte do industrial para o resolver”.


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